Posted by merten on agosto 12, 2010

Outlook Social Connector: Cuidado com quem você é na web

Esse jargão já esta velho, eu sei, mas a coisa é séria mesmo.
Agora, ao enviar um e-mail, além de se preocupar com erros gramaticais, postura adotada, ou mesmo próprio conteúdo do e-mail, agora o usuário também precisa se preocupar com um aplicativo chamado Outlook Social Connector da Microsoft. Eu, particularmente, achei a novidade super interessante.
 
Mas afinal, o que é esse Outlook Social Connector?
 
Trata-se de um add-on para o Outlook 2010 , que é uma espécie de integrador de Redes Sociais, localizado no seu leitor de e-mails, em que o usuário recebe um e-mail – seja de um cliente ou fornecedor, por exemplo – e neste mesmo e-mail o usuário já recebe um aviso (tipo RSS) do que esta pessoa anda falando pelo Facebook, MSN, Linkedin, e demais redes sociais e tambem em sua intranet/extranet baseada no SharePoint.
 
E é aí que surge a preocupação de prestar mais atenção com nossa postura na web, para os casos em que seu e-mail de trabalho é o mesmo utilizado para seu login das Redes Sociais. Talvez tenha chegado a hora de pensar melhor nessa questão.
 
Eu mesmo já vi casos em que uma pessoa envia um e-mail, todo formal e profissional, mas que tem essa imagem séria quebrada porque no Facebook sua última mensagem vinculada é : “Tomei todas ontem, estou na maior ressaca.”
 
Evidente que as Redes Sociais são isso mesmo: um espaço para o executivo, o funcionário, o cliente e o fornecedor se socializarem. É um espaço para estes usuários falarem o que pensam e o que sentem. Mas lembre-se sempre que do outro lado pode ter o seu chefe ou ainda, um cliente em potencial.
 
 Saiba Mais sobre o Outlook Social Connector

Baixe o Outlook Social Connector
 
Texto por André Paumgartten, Carol Merten e Gabriella Nobre (que utilizam o Outlook Social Connector)
;)

Posted by merten on agosto 9, 2010

A anarquia e o Marketing Digital

Hoje em dia, muito se fala sobre Marketing Digital. Este é, sem dúvida, o assunto do momento para os interessados em marketing e web 2.0. Principalmente entre empresas que buscam por alternativas mais eficientes de divulgação de seus produtos e serviços.
Dentro desse universo do Marketing Digital, outras questões “modernas” começam a surgir como sobre qual a melhor maneira de se inserir nas redes sociais. Desde decidir em quais dessas redes sociais valerá a pena uma ação de marketing, até mesmo definir qual a frequência e a duração da realização desse trabalho.

Sobre os estudos realizados sobre esse tema, pode-se dizer que muitos indivíduos criam teorias mirabolantes e conceitos que, muitas vezes, não querem dizer absolutamente nada. Aliás, a maioria desse material é elaborado por pessoas que não viveram a internet ou, simplesmente, não fazem parte dela.

Mas afinal, o que os roqueiros, justamente eles, tem a ver com Marketing Digital??
A questão é muito simples. Há cerca de dez anos atrás os roqueiros já faziam este trabalho que hoje é chamado de Marketing Digital. Essa tribo, mais conhecida por sua revolta com o mundo, com o capitalismo, com a igreja, e etc, foi a primeira a usar a internet para travar suas batalhas contra as gravadoras, que cobravam cada vez mais sobre a venda das gravações realizadas pelos músicos.
A solução encontrada por essa classe artística foi, então, se desvencilhar das gravadoras. Então, os roqueiros passaram a gravar seus discos em estúdios particulares e em seguida “lança-los” na web. Daí em diante, todo o processo de divulgação de discos, músicas, shows, ou qualquer tipo de evento foi realizado com o apoio da internet: envio de arquivos MP3 por email, fotolog, blogs… Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como MySpace e Trama Virtual.

O MySpace apesar de mais antigo, foi criado em 2003 nos Estados Unidos, chegou ao Brasil somente em 2006. Nesse meio tempo foi criada a Trama Virtual (talvez a primeira Rede Social do Brasil), em 2004,  que possibilitou que os roqueiros dispusessem de um espaço adequado e centralizado para divulgarem seu trabalho, sem que todo o lucro sobre venda de discos e shows fosse sugado pelas gravadoras.
O site tramavirtual.com.br  possibilitou aos artistas independentes brasileiros um local único e com os recursos necessários para a divulgação de seus trabalhos. Por essa razão, podemos afirmar que sim, foram os roqueiros, com sua revolta, sua rebeldia e, principalmente, sua necessidade, deram início ao que chamamos hoje de Marketing Digital.

É só puxar um pouco da memória, no início desta década bandas como Pitty, Fresno, CPM22, Detonautas surgiram através da web.

p.s.: Agradeço a Gabi Nobre por trasncrever o que penso

Posted by merten on junho 29, 2010

Brasil é o país que mais acessa Redes Sociais no mundo

Brasil é o país que mais acessa Redes Sociais no mundo!
Depois de ler essa manchete no Blog Nielsen, podemos nos questionar: se o Brasil é quem mais acessa no mundo, porque as empresas utilizam tanto as estatísticas internacionais?
Sempre vemos estudos feitos por empresas e blogs divulgando estudos internacionais de acesso, e raramente vemos alguém falando como o brasileiro se comporta na web. Por essa razão acredito que esta seja a hora de olhar melhor para esse mercado.
As empresas baseiam-se em estatísticas internacionais e às vezes dão um “tiro no pé” quando querem se comunicar com o mercado brasileiro.
O mercado e o publico brasileiros possuem particularidades que só vemos aqui.
Onde mais vemos tantos acessos feitos por Lan Houses?
Use as Redes Sociais, entenda como as pessoas a utilizam, pra que e porque elas utilizam. Esses dados são importantíssimos. Estatísticas são boas? Sim, são boas para traçar a sua trilha de trabalho, porém não são o fim da linha.
Ouça e interaja com o seu público. Preferencialmente com o brasileiro.
Veja a pesquisa completa do Nielsen Group, onde o Brasil é citado como o país que mais acessa redes sociais.
 
Twitter: @paumgartten  
(Obrigado a Carol Merten)
p.s.: Este post escrito por mim e por Paumgartten foi originalmente postado no Blog da TerraForum
Posted by merten on maio 8, 2010

TerraForum Educação – Tecnologia nas Escolas

Como já disse algumas vezes, tem coisas que são mais do que importantes que sejam divulgadas, e ta aí um baita projeto da TerraForum, TFEdu e a Tecnologia nas Escolas, leiam abaixo o texto que tirei do site e o vídeo do Youtube.

A urgente necessidade de mudanças no processo educacional público do país é um fato. No ambiente “escola”, professores e alunos cumprem a legislação e passam duzentos dias letivos realizando atividades. Entretanto, os indicadores de avaliação oficiais demonstram os resultados: defasagem no nível aprendizagem dos alunos.

A crescente inserção de computadores e disponibilização de internet nas escolas públicas deixou evidente uma nova questão que já vem sendo levantada há algum tempo: antigos paradigmas educacionais não mais atendem às necessidades dos alunos e da sociedade na atualidade.Na era do conhecimento e dos nativos digitais  é preciso reverter o foco dos processos educacionais de memorização de conteúdos para construção de conhecimentos, proporcionando o desenvolvimento das competências necessárias para os desafios do novo contexto social.

Formada por profissionais com ampla experiência em projetos educacionais, a TerraForum Educação oferece serviços que viabilizam a inovação do setor educacional de estados e municípios.

Para isso a empresa atua implementando projetos fortemente embasados conceitualmente, impulsionados pela utilização de avançadas soluções de tecnologia da informação e comunicação em rede, enriquecidos também com recursos de áudio, vídeo e multimídia.

Missão

Mobilizar o setor educacional viabilizando condições para a efetivação de transformações da escola como uma organização propulsora do desenvolvimento do capital humano por meio de novos modelos de ensino e aprendizagem coletiva.

Visão

Atuar como referência no segmento educacional oferecendo soluções personalizadas de excelência visando contribuir para a  melhoria da educação brasileira.
Produtos e Serviços do TFEdu

1. Assessoria para Planejamento Estratégico – Pedagógico
Avaliação de Contexto
Elaboração de Proposta Pedagógica
Planos Tecnológicos e de Capacitação
Definição de Objetivos e Metas Educacionais

2. Programas de Formação Continuada

Formação para Gestores Educacionais
Formação para Professores de Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II  e Ensino Médio
Formação para Monitor Técnico-pedagógico

3. Tecnologia Educacional

Estruturação de Portais Educacionais
Manutenção Evolutiva dos Aplicativos

4. Eventos
Programas de Palestras
Workshops, Oficinas, Feiras e Mostras Educacionais

Posted by merten on maio 3, 2010

Seria a vez do mundo 3.0?

O momento é total 2.0? Ou estamos em busca do 3.0? Mas afinal porque tanto de ponto zero?

É exatamente isso que paira na cabeça de todos, dúvidas e incertezas, o mundo hoje é repleto disso, ninguém possui a verdade absoluta e muito menos o segredo do sucesso. O que acontece é que cada vez mais os conceitos mudam e esquecemos de algo mais que importante, o ser humano.

Mas vamos lá, o mundo 1.0 é baseado em Ford, na produção em massa, na Revolução Industrial e das Máquinas, depois veio o 2.0 a popularização da Internet e abuso das ferramentas para Colaboração, trabalho, comunicação e afins, e nesse meio do caminho esquecemos daquele bicho chamado Homem. Pois bem, agora passamos uma fase de transição para o 3.0 aonde o foco principal é ele o bicho  Homem.

O que vejo ao trabalhar com mkt na web é, as pessoas somente pensam em estar em primeiro lugar na web, ter o twitter com o maior número de seguidores, a comunidade mais bombada no orkut, o perfil do myspace mais visualizado, mas seria isso o correto? Nestes casos esses números são muitos relativos e nem sempre trazem o tal sucesso para empresa.

O importante hoje é, entender que estas ferramentas, são ferramentas, elas servem de apoio, ajuda e não devem ser o foco principal, elas são o meio, o fim é o Homem.

Logo se seu site tem conteúdo interessante pra quem lê, o seu twitter informações que realmente interessam aqueles seguidores, pode ter certeza, sim isso é uma certeza absoluta, o seu retorno é garantido.

O meio corporativo precisa entender isso, que de nada adianta pagar milhões por uma ferramenta se do outro lado não tiver pessoas para manipula-las e ouvi-las.

Categories: Comportamento
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